A Lavagem do Bonfim é a maior representação do sincretismo religioso do povo baiano, reunindo elementos católicos e do candomblé. A festa, que começou em 1754, reúne hoje cerca de um milhão de pessoas na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, representado por Oxalá. Com tanta gente assim é preciso ficar atento, e tomar cuidado com a câmera.
A celebração, que sempre acontece na segunda quinta-feira de janeiro (agora em 2011, será no dia 13), começa oficialmente às 10h, também na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Baianas com vestidos e turbantes brancos, colares coloridos e grandes brincos de argola saem em cortejo de oito quilômetros até a Igreja do Bonfim. Como se fosse um trio elétrico, atrás da procissão vai a multidão, liderada pelo bloco de afoxé Filhos de Gandhi. Uma vez no Bonfim, as baianas lavam a escadaria com água de cheiro e a festa continua tarde adentro, com o povo bebendo e comendo acarajé nas dezenas de barraquinhas armadas no lugar. Aproveite que está por ali para fazer dois programas turísticos clássicos de salvador: provar as especialidades refrescantes da Sorveteria da Ribeira (coco verde, graviola, jenipapo, mangaba, sapoti, seriguela, tamarindo, tapioca, umbu...) e assistir ao pôr do sol no Forte de Monte Serrat.
História
Conforme o historiador, a maioria das manifestações populares no estado, tem origem portuguesa, a Lavagem do Bonfim não é diferente. Há registros de que as homenagens tenham iniciado em 1754, quando a imagem do Senhor Crucificado – trazida em 1745 pelo Capitão do Mar e Guerra da Marinha Portuguesa, Teodósio Rodrigues – foi transferida da Igreja da Penha, em Itapagipe, para a sua própria Igreja, na Colina Sagrada.
Conforme o historiador, a maioria das manifestações populares no estado, tem origem portuguesa, a Lavagem do Bonfim não é diferente. Há registros de que as homenagens tenham iniciado em 1754, quando a imagem do Senhor Crucificado – trazida em 1745 pelo Capitão do Mar e Guerra da Marinha Portuguesa, Teodósio Rodrigues – foi transferida da Igreja da Penha, em Itapagipe, para a sua própria Igreja, na Colina Sagrada.
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