Dirigentes do PMDB e seus principais ministros decidiram se unir para cobrar da presidente Dilma Rousseff o que, afirmam, lhes é devido na condição de "sócios da vitória": a montagem de um protocolo de divisão mais igualitária do poder com o PT, respeito aos espaços do partido e assento nos conselhos que definem os rumos políticos e as medidas do governo. A decisão foi tomada em jantar na noite de anteontem da cúpula do PMDB, na casa da governadora Roseana Sarney (MA), em Brasília.
A cúpula peemedebista não aceita ficar de fora das reuniões do núcleo do poder no Palácio do Planalto, o que já estava avisado desde a campanha presidencial.
Orientado em boa parte pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que abriu o debate durante o jantar sobre o tamanho da representação do partido, o PMDB decidiu que não deve se desgastar tratando de cargos no varejo.
Estiveram presentes no jantar, além de Jobim e do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), todos os ministros peemedebistas e parlamentares da sigla. (informações do Estadão).
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