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| Autor Desconhecido |
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Confiança em Deus
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Prefeito,agente modificador das condições de vida de cada município!
A posição do Prefeito como chefe do Poder Executivo lhe dá um papel de grande relevo na condução da vida do município, e claro, da comunidade local. O Prefeito é o representante legal do município, e suas atribuições e responsabilidades, portanto, são sérias e amplas, tanto do ponto de vista legal, como pelo fato de ter sido eleito popularmente para solucionar os problemas da cidade, cujo povo depositou sua confiança. No dia 06 de outubro, comemora-se o Dia do Prefeito, e a importância de sua função resulta do fato de ser, não um mero funcionário, mas um agente político responsável pelo ramo executivo de uma unidade de governo autônoma: o município.
Os gestores municipais são os mais cobrados em relação à prestação de serviços públicos e, em contrapartida, os que menos recebem na repartição das receitas tributárias. As receitas tributárias existem e batem recorde de arrecadação a cada ano e o município, por sua vez, passa a participar menos dessa divisão e a acumular maior número de responsabilidade junto à população. Os cidadãos vivem nos municípios, mas a verdade é que respiram no seu cotidiano a crise econômica nacional. E o que mais angustia os prefeitos é a inserção de suas comunidades nas cadeias globalizadas de comunicação e consumo. Isso gera expectativas. As decisões locacionais dependem cada vez mais de parâmetros relacionados com processos produtivos transnacionais e globalizados, com exigências que hoje vão além da disponibilidade de infra estruturas. Assim, frequentemente, os prefeitos se vêm marginalizados da dinâmica de geração de riquezas.
DIFICULDADES - Uma de suas maiores dificuldades é conseguir recursos para realizações dos projetos em todas as áreas, seja ela saúde, educação, cultura, bem-estar, qualidade de vida, entre outros. Na sua vida pública, o prefeito sofre na pele as imensas dificuldades da falta de recursos financeiros, da limitação dos recursos humanos, da incompreensão de outras autoridades, dos inúmeros obstáculos que se opõe à vontade de bem administrar os municípios ou de bem exercer o papel de gestor municipal.
Foi desta dificuldade e da consciência de seu papel que nasceu a força municipalista, buscando unir os prefeitos com o objetivo comum de exigir e propor mudanças que fortalecessem a capacidade de ação dos poderes municipais. Municipalismo que nasceu da consciência de que os mandatários municipais, no seu corpo à corpo diário com o povo sentem, melhor do que ninguém, as cobranças, as exigências e as necessidades da sua cidade tendo, portanto, melhores condições de buscar respostas e soluções para estas necessidades.
COMPARTILHADAS - Segundo o presidente da UPB, o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia, as ações devem ser compartilhadas entre União, Estados e Municípios. A única saída para a redução das desigualdades sociais é o município forte exercitando com criatividade a sua autonomia. Por conseguinte, capacitação e maior independência são a sua redenção. Conscientes do papel a ser desempenhado na Federação, os Municípios assumiram novos encargos e passaram a atuar mais intensamente nas áreas sociais e de infra estrutura. Além disso, inúmeras atividades de competências dos Estados e da União foram sendo repassados para os municípios sem a correspondente transferência de recursos financeiros.
Funcionamento da Junta de Alistamento Militar, Unidade Municipal de Cadastramento, postos dos Correios e Telégrafos, manutenção do fórum, delegacia de polícia, postos do INSS e de uma série de outras repartições públicas foram repassados aos municípios. Além de tudo isso, ampliaram as obrigações dos municípios nas áreas da saúde e educação. Hoje os municípios estão fazendo milagre. Diante do aperto financeiro, muitos deles passam por graves crises. “É por isso que essa briga pelo já minguado orçamento nacional é impossível de ser resolvida sem uma repactuação federativa”, reclamam os gestores.
VINCULAÇÕES - Além de toda essa crise, o Legislador vinculou em demasia os recursos públicos. As vinculações e sub vinculações em um município podem chegar a quase 100% das receitas. Hoje, somente com educação o gasto mínimo é de 25%, na saúde é de 15%, Câmara de Vereadores 8%, PASEP 1% vinculando-se somente aí 49% das receitas, fora parcelamentos de débitos com precatórios, INSS, FGTS, entre outras sub vinculações dificultando a ação do prefeito para promover políticas locais de desenvolvimento.
A responsabilidade ética do prefeito não se esgota no cumprimento de seus deveres formais. Parte de sua responsabilidade ética cultivar um tal zelo por seu município que lhe permita perceber as suas potencialidades econômicas, políticas, sociais e culturais e empreender todos os esforços para realizá-las. E deve ser capaz de transmitir esse zelo a todos os seus munícipes. Vida limpa, passado e presente decente, obras focadas para o interesse coletivo, transparência administrativa, enxugamento de estruturas, racionalização de processos, circulação no meio do povo, trabalho em parceria, orçamento participativo, desburocratização e simplificação de serviços constituem os parâmetros modernos da administração. Enfim, ser prefeito não é fácil não, mas vale a pena entrar na luta por melhoria de condições de vida de seus munícipes.
Os gestores municipais são os mais cobrados em relação à prestação de serviços públicos e, em contrapartida, os que menos recebem na repartição das receitas tributárias. As receitas tributárias existem e batem recorde de arrecadação a cada ano e o município, por sua vez, passa a participar menos dessa divisão e a acumular maior número de responsabilidade junto à população. Os cidadãos vivem nos municípios, mas a verdade é que respiram no seu cotidiano a crise econômica nacional. E o que mais angustia os prefeitos é a inserção de suas comunidades nas cadeias globalizadas de comunicação e consumo. Isso gera expectativas. As decisões locacionais dependem cada vez mais de parâmetros relacionados com processos produtivos transnacionais e globalizados, com exigências que hoje vão além da disponibilidade de infra estruturas. Assim, frequentemente, os prefeitos se vêm marginalizados da dinâmica de geração de riquezas.
DIFICULDADES - Uma de suas maiores dificuldades é conseguir recursos para realizações dos projetos em todas as áreas, seja ela saúde, educação, cultura, bem-estar, qualidade de vida, entre outros. Na sua vida pública, o prefeito sofre na pele as imensas dificuldades da falta de recursos financeiros, da limitação dos recursos humanos, da incompreensão de outras autoridades, dos inúmeros obstáculos que se opõe à vontade de bem administrar os municípios ou de bem exercer o papel de gestor municipal.
Foi desta dificuldade e da consciência de seu papel que nasceu a força municipalista, buscando unir os prefeitos com o objetivo comum de exigir e propor mudanças que fortalecessem a capacidade de ação dos poderes municipais. Municipalismo que nasceu da consciência de que os mandatários municipais, no seu corpo à corpo diário com o povo sentem, melhor do que ninguém, as cobranças, as exigências e as necessidades da sua cidade tendo, portanto, melhores condições de buscar respostas e soluções para estas necessidades.
COMPARTILHADAS - Segundo o presidente da UPB, o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia, as ações devem ser compartilhadas entre União, Estados e Municípios. A única saída para a redução das desigualdades sociais é o município forte exercitando com criatividade a sua autonomia. Por conseguinte, capacitação e maior independência são a sua redenção. Conscientes do papel a ser desempenhado na Federação, os Municípios assumiram novos encargos e passaram a atuar mais intensamente nas áreas sociais e de infra estrutura. Além disso, inúmeras atividades de competências dos Estados e da União foram sendo repassados para os municípios sem a correspondente transferência de recursos financeiros.
Funcionamento da Junta de Alistamento Militar, Unidade Municipal de Cadastramento, postos dos Correios e Telégrafos, manutenção do fórum, delegacia de polícia, postos do INSS e de uma série de outras repartições públicas foram repassados aos municípios. Além de tudo isso, ampliaram as obrigações dos municípios nas áreas da saúde e educação. Hoje os municípios estão fazendo milagre. Diante do aperto financeiro, muitos deles passam por graves crises. “É por isso que essa briga pelo já minguado orçamento nacional é impossível de ser resolvida sem uma repactuação federativa”, reclamam os gestores.
VINCULAÇÕES - Além de toda essa crise, o Legislador vinculou em demasia os recursos públicos. As vinculações e sub vinculações em um município podem chegar a quase 100% das receitas. Hoje, somente com educação o gasto mínimo é de 25%, na saúde é de 15%, Câmara de Vereadores 8%, PASEP 1% vinculando-se somente aí 49% das receitas, fora parcelamentos de débitos com precatórios, INSS, FGTS, entre outras sub vinculações dificultando a ação do prefeito para promover políticas locais de desenvolvimento.
A responsabilidade ética do prefeito não se esgota no cumprimento de seus deveres formais. Parte de sua responsabilidade ética cultivar um tal zelo por seu município que lhe permita perceber as suas potencialidades econômicas, políticas, sociais e culturais e empreender todos os esforços para realizá-las. E deve ser capaz de transmitir esse zelo a todos os seus munícipes. Vida limpa, passado e presente decente, obras focadas para o interesse coletivo, transparência administrativa, enxugamento de estruturas, racionalização de processos, circulação no meio do povo, trabalho em parceria, orçamento participativo, desburocratização e simplificação de serviços constituem os parâmetros modernos da administração. Enfim, ser prefeito não é fácil não, mas vale a pena entrar na luta por melhoria de condições de vida de seus munícipes.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Touche pás á mon pote
A nega até canta francês!
srrsrs
ai aiaiaiaiai rsrsrrsrs
amoooooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!
Sergio Passos
Nascido no Rio de Janeiro, radicado em Salvador há mais de 20 anos, Sérgio é cantor, violonista e compositor.
Autodidata, desenvolveu seus dotes musicais por influência de seu pai, Leopoldo Santos, baiano de Salvador. A afinidade de Sérgio com o violão, começou muito cedo, mas foi na vida, sua verdadeira escola, que ele amadureceu sua forma de cantar, tocar e mais tarde compor; e é como compositor, que este artista se faz conhecido no país, principalmente na Bahia. Suas composições já foram gravadas por quase todas as bandas baianas, como: Ricardo Chaves, Asa de Águia, Jamil e uma noites, As Meninas, Terra Samba, Netinho, Márcia Freire, Banda Eva, Chiclete com Banana, Sine Calmon e Morrão Fumegante, Timbalada, Ivete Sangalo, Cheiro de Amor e outros.
Ivete Sangalo gravou a música “Deixo” (Sergio Passos/ Jorge papapá), que chegou a ser a mais executada em todas as rádios do Brasil; ela fez parte da trilha sonora da novela Sete Pecados da Rede Globo; essa canção também já foi regravada pela Banda Cheiro de Amor. Por último, Ivete também gravou” Ilumina”, também de sua autoria.Embora a sua contribuição à música baiana seja bastante representativa,é na MPB que o artista se encontra como cantor e intérprete de suas canções.
Descrever o artista Sergio Passos é como metaforicamente associarmos sua trajetória musical ao ciclo natural de um fruto, que após ter sido polinizado ou semeado por obra e graça da natureza, tem como destino amadurecer e chegar às mãos do consumidor exigente e faminto por sabores e cores de especial qualidade.
Embora carioca de nascença, é no fértil solo baiano que o artista dá seus primeiros passos na música, cantando na noite, integrando bandas de garagem, participando de festivais, e por fim sendo descoberto como compositor pelos grupos locais.
Com mais de 40 músicas gravadas nos mais variados estilos pelos mais diferentes artistas, constrói daí seu repertório e passa a fazer shows exclusivamente autorais de onde extrai minunciosamente o repertório para a gravação de um disco.
O CD "Linha 8 Soul" é uma celebração de parcerias; Com seu parceiro Jorge Papapa, co-autor de 7 das 10 canções do disco, e com o cantor e compositor Guilherme Arantes que assina a direção musical, além de tocar e arranjar em algumas faixas.Foi gravado nos estúdios do Coaxo do Sapo no Planeta Água em Jacuípe/ba entre os anos de 2009 e 2010.
O titulo do CD vem do popular bairro da Liberdade em Salvador, a Linha 8, bairro em que o artista morou e fez contato com os movimentos culturais e a negra música local, elementos que são definidores no seu estilo soul de interpretar.
O show "Andando na Linha 8" é o registro de vinte anos de carreira de Sergio Passos, é a constatação ao vivo de que o fruto realmente só dá no tempo.
É ver e conferir!!
Links: www.sergiopassos.com
www.planetaguilhermearantes.com
www.myspace.com/sergiopassos
Pra não dizer que não falei das FLORES!
Êta saudadeeeeeeeeeeeeeeeee!
Comentemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Raio de Sol ( Letra e Melodía Jóstenis Costa e Wender Andrade)
Autor Jóstenes Costa
Nossa!
Parabéns!
Ameiiiiiiiiiiiiiiii
Galera Massa!
Galera linda!!!!!!!!!!
André Macêdo,Carla Visi,Nuna Vilas Boas,J,Veloso e Marinêz
o Grande Encontro na Casa da Mãe ( Rio Vermelho)
A Casa da Mãe fica na Rua Guedes Cabral, 81 - Rio Vermelho (em frente à colônia dos pescadores) - Salvador - Bahia.
Marinêz ...Revelação Nata!
Banda REFLEÚ´S


uma voz que logo impressionou a crítica e atraiu inúmeros fãs, sendo premiada com dois discos de ouro, um de diamante, platina duplo vendendo mais de três milhões e quinhentas mil cópias estávamos diante de um dos grandes fenômenos da Música Popular Brasileira um achado, que foi imortalizado em sucessos como "Madagascar Olodum" e a versão de "Pra não dizer que não falei das flores" entre outras, Ganhadora de um dos prêmios mais conceituados da música baiana o Troféu Caymmi, participou de vários programas da TV Globo como Chacrinha, Faustão no qual foi premiada como melhor interprete, Clip no Fantástico, eleva-se na imensidão, hoje Marinês segue em carreira solo cantando gospel como um pássaro, a semeiar a mensagem de amor. Nesse seguimento da sua carreira sua voz parece valsar no SBT programas como Gugu, Hebe Camargo, especiais de fim de ano, cadeira cativa na grande mídia do País, Logo despertou o interesse da Island Records, e da Som Livre, seu canto forte é livre e puro um casamento entre o céu e o infinito, dona de um timbre único seu canto lírico casando perfeitamente com os acordes e melodias
Contatos : (71) 88163738 , (75) 99198121
sábado, 18 de setembro de 2010
DAVI SALLES
DAVI SALLES
Dan é soteropolitano e compõe desde os 11 anos. Produziu jingles e gravou backing vocals para diversas bandas.
Você pode até não conhecê-lo, mas eu garanto que você vive cantarolando uma ou outra, dentre as tantas músicas de sua autoria. Trata-se de Davi Salles. Por trás da aparência forte, um ar de bravo, revela-se uma figura extremamente doce, simples, do bem. Pessoa verdadeira, que não pensa duas vezes pra colocar as coisas em “pratos limpos”. Companheiro, não mede esforços para ajudar quem quer que seja. Sabe imprimir bem a sua personalidade em suas letras a exemplo de “Beija-me, como nunca fui beijada por ninguém, toca-me como à peça preciosa de cristal...” (de “Miragem”, eternizada pela diva Ivete Sangalo, quando ainda comandava a Banda Eva). Já coleciona vários sucessos gravados, em sua maioria, por artistas baianos. Ivete Sangalo, Banda Eva, Cheiro de amor, Zé Paulo, Cátia Guima, Banda Mel, Asa de Águia, Pimenta N’ativa, Colher de Pau, Ivete Sangalo, Banda Estakazero, Chicafé, Novos Bárbaros, Terra Samba, Olodum, Rapazolla, são apenas alguns nomes.
Eu,tive o imenso prazer de conhecer...pessoa linda,humilde e muito talentoso.
Compositor,cantor .guitarrista e muito amigoooooooooooo!
beijos pessoa rica.
Elba Lopes,
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
FALANDO SÉRIO
Lixo e Reciclagem
Hoje alguns projetos de reciclagem em andamento no Brasil mostram que a relação custo/benefício da ação é positiva. Falta ainda uma conscientização ampla da sociedade para a questão. Organizações não-governamentais, parte do setor empresarial, universidades, centros de pesquisa, comunidades locais e governos já apresentam alternativas e algum comprometimento com o fato, preocupados com a qualidade de vida da população a médio e longo prazos.
Um dos grandes problemas a reclamar solução urgente é o que fazer com o lixo que produzimos. Grandes volumes de resíduos são levados para lixões e aterros. Nos lixões, verdadeiros focos de contaminação e proliferação de doenças, o desequilíbrio provocado ao ecossistema no local é irreversível.
Como participar desse processo
Através da reciclagem, poupa-se matéria-prima da natureza, há economia de energia e geração de novos empregos. Separar, em casa ou no trabalho, materiais recicláveis e encaminhá-los a entidades ou locais responsáveis pelo seu processamento é um bom começo para contribuir no processo. Mas, antes disso, uma dica é a prática dos chamados "3Rs". Começamos por Reduzir, ou seja, adquirir apenas a quantidade suficientes de produtos, evitando desperdícios. Depois, é hora de Reutilizar, reaproveitando o que for possível com criatividade. A etapa final é Reciclar.
Através da reciclagem, poupa-se matéria-prima da natureza, há economia de energia e geração de novos empregos. Separar, em casa ou no trabalho, materiais recicláveis e encaminhá-los a entidades ou locais responsáveis pelo seu processamento é um bom começo para contribuir no processo. Mas, antes disso, uma dica é a prática dos chamados "3Rs". Começamos por Reduzir, ou seja, adquirir apenas a quantidade suficientes de produtos, evitando desperdícios. Depois, é hora de Reutilizar, reaproveitando o que for possível com criatividade. A etapa final é Reciclar.
Você sabia que
Cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 16 a 30 árvores.
Restos de plásticos deixados no meio ambiente matam mais de um milhão de aves a cada ano, ingerindo por engano.
O Brasil é um dos campeões mundiais de reciclagem de alumínio - são 63% do total utilizado.
A energia economizada com a reciclagem de uma única garrafa dá para manter acesa, por 4 horas, uma lâmpada de 100 watts.
Estima-se em 90 mil toneladas diárias a quantidade de lixo produzido nas cidades brasileiras. Apenas 60% desse lixo é coletado.
O lixo produzido anualmente por uma pessoa equivale em média, a 90 latas de bebidas, duas árvores transformadas em papel, 107 frascos em geral, 70 latas de alimentos, 45 kg de plástico e 10 vezes seu próprio peso em refugos domésticos.
No Brasil, a cada ano, são desperdiçados R$ 4,6 bilhões com materiais não reciclados.
Abraços e muita conscientizarão!
Elba Lopes.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O preço de ser quem você é
Desde que “me conheço por gente”, encontrava em livros, revistas, programas televisivos, etc, pessoas nos orientando a não ligarmos para o que os outros pensam, para o que os outros falam, e nem para os valores dos outros. A orientação geral sempre foi a de ouvirmos (e seguirmos) nossa consciência, ou nosso coração, como preferem os mais românticos.
Mas isso tem um preço alto. Não sei quanto a você, mas quanto a mim, praticamente todos com quem entro em contato, se sentem influenciados fortemente por questões como prestígio, marcas, status, etc.
Confesso que ao mesmo tempo em que também eu me sinto atraída por essas questões, desde criança essa “atração” trazia consigo uma certa desconfiança de que as coisas “chiques”, importantes, sofisticadas, e não só as “coisas”, mas as pessoas que ostentam esses valores, no fundo, bem no fundo, são pessoas tão simples quanto eu. E que por algum motivo, muito provavelmente a necessidade latente de se sentir importante, ou amado, as fazia buscar na ostentação, no alarde, o valor que não encontram em si mesmas.
É difícil viver, e conviver com essa percepção. Vivemos num mundo de mentirinha, como diziamos quando crianças. O mundo corporativo então, é uma lástima nesse sentido. É raro, muito raro e até gratificante encontrar alguém nesse meio que aja com naturalidade. Gente que dispense a necessidade de “parecer” mais do que é. Em parte é até compreensível. O marketing, a publicidade, a necessidade de aumentar as vendas nos forçam a mentirmos, a aumentarmos, a aludirmos coisas que não existem. E sustentar todo esse mundo criado é ainda mais difícil. Você estará sempre sentindo como se equilibrasse pratos, ou mentiras). Contudo, pra quem sabe que o trovão faz do raio maior do que é, essas coisas não colam.
A gratificação de encontrar gente assim, natural, me é cara, porque sei que também essas pessoas pagam um preço desconfortável por ser quem são em seu íntimo. Você precisa ser muito desprendido e desapegado desses valores comuns, supérfluos mas quase onipresentes. Parece que você está sempre do lado de fora. E o pior é quando você passa a questionar: Quem mesmo é que está do “lado de fora”?
Não é a toa que movimentos como o Nova era, no século passado, e o Slow Life, atualmente, ganham força. Viver na mentira cansa. Frustra e angustia. O preço de existir é muito alto. Chega um momento em que você constata que o preço de viver com simplicidade, só com o que você precisa mesmo, é muito mais barato e traz mais benefícios. E você, tem alguma experiência nesse sentido?
Beijos,
Elba Lopes.
Há Poder em suas Palavras
Nunca mais direi “eu não posso“,
pois “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE“.
Filipenses 4:13
pois “TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE“.
Filipenses 4:13
Nunca mais direi que “não tenho“,
pois “o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma de minhas necessidades“.
Filipenses 4:19
pois “o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma de minhas necessidades“.
Filipenses 4:19
Nunca mais direi que “tenho medo“,
“porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação“.
2o Timóteo 1:7
“porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação“.
2o Timóteo 1:7
Nunca mais direi que “tenho dúvidas” ou “falta de fé“,
porque eu tenho “a medida da fé que Deus repartiu a cada um“.
Romanos 12:3
porque eu tenho “a medida da fé que Deus repartiu a cada um“.
Romanos 12:3
Nunca mais direi que “sou fraco“,
porque junto “o Senhor é a fortaleza da minha vida“.
Salmo 27:1
e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo“.
Daniel 11:32
porque junto “o Senhor é a fortaleza da minha vida“.
Salmo 27:1
e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo“.
Daniel 11:32
Nunca mais direi que “O mal tem supremacia em minha vida“,
porque “maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo“.
1º João 4:4
porque “maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo“.
1º João 4:4
Nunca mais direi que “estou derrotado“,
porque Deus “em Cristo sempre me conduz em triunfo“.
2ª Coríntios 2:14
porque Deus “em Cristo sempre me conduz em triunfo“.
2ª Coríntios 2:14
Nunca mais direi que “não tenho sabedoria“,
pois “Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria“.
1ª Coríntios 1:30
pois “Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria“.
1ª Coríntios 1:30
Nunca mais direi que “estou doente“,
pois “pelas suas pisaduras fui sarado“.
Isaías 53:5
e “Jesus mesmo tomou minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças“.
Mateus 8:17
pois “pelas suas pisaduras fui sarado“.
Isaías 53:5
e “Jesus mesmo tomou minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças“.
Mateus 8:17
Nunca mais direi que “estou preocupado e frustado“,
pois estou “lançando sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim“.
1ª Pedro 5:7
Em Cristo estou livre de cuidados!
pois estou “lançando sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim“.
1ª Pedro 5:7
Em Cristo estou livre de cuidados!
Nunca mais direi que “estou preso“,
pois “onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade“.
2ª Coríntios 3:17
Meu corpo é templo do Espírito Santo !
pois “onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade“.
2ª Coríntios 3:17
Meu corpo é templo do Espírito Santo !
Nunca mais direi que “estou condenado“,
pois “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus“.
Romanos 8:1
Estou em Cristo; portanto, estou livre de condenação.
pois “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus“.
Romanos 8:1
Estou em Cristo; portanto, estou livre de condenação.
Democracia?
Nossa democracia não é uma democracia completa. Bom, isso não é de se espantar, mas também não pode ser ignorado. Tres coisas que discordo na “democracia” brasileira:
Primeiro: Proíba-se divulgação de pesquisas de intenção de voto. Se o povo não tivesse essa influência toda das pesquisas e tivesse de escolher a esmo, unicamente por si mesmo, tenho certeza, os resultados das eleições apresentariam votos mais distribuídos. O que ocorre hoje não é uma escolha do povo, propriamente. O que se vê é se os candidatos conseguem ou não manter a preferência apontada pela primeira pesquisa de intenção de votos. É ou não é? A maioria das campanhas já tem seus resultados apontados no início delas.
Segundo: Por quê um candidato tem mais direito de tempo na TV do que outro? Em que um maior tempo de exibição de um determinado candidato em detrimento do tempo de outro favorece a p*rra da “democracia”? Por coligações partidárias? Mas o que uma coligação partidária tem a ver com a possibilidade igualitária e democrática de alguém se eleger? Essa divisão de tempo desigual da propaganda eleitoral gratuíta, de acordo com o apoio partidário dos candidatos, só fortalece os mais fortes. (Ora e eu aqui divagando, não é justamente por favorecer os mais fortes que a divisão desigual foi instituída? Que ingenuidade a minha…)
Terceiro: Para quê serve deputado? O povo sequer se importa em saber. Comecei a estudar desde 1980 e terminei a faculdade em 2004. Nunca, nesse tempo todo tive qualquer traço de aula que visasse ensinar as funções públicas de candidatos eleitos, ou de nossas obrigações para com eles (acompanhamento, cobrança, etc) (evidentemente minha faculdade não foi de ciências políticas). Não sei como é a grade curricular hoje, mas duvido que tenha melhorado. Não precisamos só de mais escolas, precisamos de um conteúdo curricular mais pragmático, também! Que democracia é essa onde o povo não tem um mínimo de conhecimento sobre as funções que deverá desempenhar o candidato que está elegendo?
Esquerda x Direita – Ainda existe isso?
Não me conformo com a incapacidade que se tem de ponderar que essa noção de direita x esquerda – apesar de ultrapassada, mas sempre lembrada - depende unicamente da pré-disposição íntima do indivíduo:
Se ele tem dinheiro, ou mais, se ele SABE ganhar dinheiro, é lógico que será de direita, muito provavelmente conservador, com medo de que mudanças o façam perder seu patrimônio.
Se ele não tem dinheiro, ou melhor, se ele NÃO SABE ganhar dinheiro, será de esquerda. E considerará absolutamente normal que os “muito ricos” dividam parte de sua riqueza com os “menos favorecidos” ou que o governo assuma um posicionamento paternalista e lhe dê de morar, de comer, de vestir.
Simples! Esse “ideologismo” não me desce.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Influências familiares nos hábitos de consumo de tabaco dos adolescentes
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo.
Estima-se que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas sejam fumadoras e que destas 4,9 milhões morram anualmente, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia que poderiam ser evitadas.
A partir da década de 90 acentua-se o aumento do consumo de tabaco entre os jovens adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e os 14 anos, mas pouco tem sido discutido acerca das causas ou factores que podem determinar esta decisão de experimentar esta droga em forma de cigarro por parte dos jovens.
Talvez pelo facto da instituição familia ter sido considerada durante muitos séculos como algo intocável e inalterável não tenha sido alvo de pesquisa acerca das suas influências nos hábitos tabágicos dos adolescentes.
Estudos recentes têm vindo comprovar o peso que a familia tem na relação dos hábitos de fumar dos jovens adolescentes, destes estudos pode inferir-se que a percentagem de adolescentes que fumam é bastante maior nos adolescentes que pelo menos um dos pais é fumador e mantém estes hábitos em casa, em oposição verifica-se uma menor percentagem de jovens fumadores que nenhum dos pais tem hábitos tabágicos.
Logo destes dados conclui-se que o cosumo de tabaco pelos pais no domicilio é um factor social de risco relacionado com o consumo de tabaco pelos filhos.
Deverão os pais ser responsabilizados pela nefasta influência que exercem sobre os seus filhos neste dominio? Deverão ser os pais rigorosamente sensibilizados para este facto que está comprovado através de diversos estudos?
Estas são algumas questões que devem fazer parte da reflexão da sociedade em geral, em particular dos pais fumadores que desejam socializar os seus filhos sem os hábitos tabagicos que trazem consigo.
O papel da escola e da família no processo de socialização
A socialização é um processo que implica interacção social, entre o individuo que está a ser socializado e a sociedade que o envolve. Este processo tem inicio na primeira infância e prolonga-se ao longo da vida, denominando-se de socialização primária a que ocorre na primeira infância e socialização secundária a que ocorre a partir da fase da adolescência.
As crianças nas suas relações sociais com os demais descobrem que se torna necessária a reciprocidade para agir conforme as regras, tendo em conta que as regras são efectivas se as pessoas concordarem em aceitá-las.
A familia, a escola, os meios de comunicação social e outras instituições sociais que compõem a sociedade são os respónsáveis, ou seja são os agentes de socialização.
A famila e a escola são os grupos que têm maiores repercurssões neste processo de socialização, a escola não só detém o papel de transmissão de conhecimentos cientificos, denominada de socialização formal, como também cabe a esta o desnvolvimento de capacidades cognitivas, afectivas, capacidade de ralacionamento em sociedade, competências comunicativaas e participação na formação da identidade individual de cada aluno, denominada de socialização informal.
A familia é a base afectiva do individuo, é a esta que se delega a responsabilidade de satisfazer as necessidades básicas da criança logo à nascença, para além disto a transmissão de cultura que envolve todas as práticas e saberes acumulados de geração em geração dá-se também no seio desta instituição.
A partir destas reflexões compreende-se a importância que a familia e a escola têm como pilares para a formação da indentidade e personalidade do individuo bem como transmissores dos principios éticos e morais que permeeiam a sociedade.
O processo de construção da identidade social
A identidade social é caracterizada essencialmente pela forma como nós próprios nos vemos, ou seja é um sentido do “eu”, conjugada com a forma como os outros nos vêem.Quando nos auto-caracterizamos estamos ancorados num determinado modelo com o qual nos identificamos, quer isto dizer que a identidade social requer um certo grau de escolha, ao mesmo tempo que exige um nível de consciencialização.Estudos da década de 60 e 70 revelavam que a identidade estaria ligada a estruturas tradicionais de classe, não era algo de individual mas sim colectivo, intimamente ligada ao facto de um individuo pertencer a uma determinada classe social e em que todos os individuos pertencentes a essa classe teriam a mesma identidade, esta era imutável, circunscrita e permanecia no tempo com alguma solidez, tornando o assim o individuo dependente da estrutura social e não das sua próprias escolhas.Para refutar estes paradigmas surgem os estudos sociológicos pós-modernistas e pós-estrutualistas que defendem uma identidade individual assente numa dinâmica social influênciada pelas relações socias entre os individuos que compõem essa mesma sociedade. A identidade social é vista agora como algo que se constrói individualmente, algo que é dinâmico e pouco estável.Segundo estes estudos contemporâneos o individuo possui várias fontes identitárias, identidade de género, nacional, etária, etnica, profissional e entre outras.
A influência que a classe social, a religião ou a política tinha sobre o individuo deixa assim de fazer sentido, passando este a definir a sua própria identidade, de acordo com as suas escolhas e as suas experiências individuais, independentemente da estrutura social em que está inserido.São as relações face-a-face que determinam o processo identitário, a socialização primária e secundária tornam-se assim bastante importantes, pois os individuos necessitam uns dos outros para formarem a sua própia identidade. De acordo com Richard Jenkins (1996) as identidades não são inatas, não nascem connosco, precisam de ser construidas e esta construção passa pela interacção com o outro, pois só a innteracção social permite viver em sociedade.Vivemos hoje numa sociedade altamente globalizada em que tudo é muito dinâmico, instável e flexível, quer a nível profissional, económico ou politico, como tal as identidades tornam-se também instáveis e susceptiveis às escolhas que cada individuo efectua. Ao mesmo tempo que surgem as mudanças sociais, a alteração de valores e padrões que regem uma sociedade, assim também os individuos têm poder para moldar a sua própria identidade.
A identidade social é caracterizada essencialmente pela forma como nós próprios nos vemos, ou seja é um sentido do “eu”, conjugada com a forma como os outros nos vêem.
Quando nos auto-caracterizamos estamos ancorados num determinado modelo com o qual nos identificamos, quer isto dizer que a identidade social requer um certo grau de escolha, ao mesmo tempo que exige um nível de consciencialização.
Estudos da década de 60 e 70 revelavam que a identidade estaria ligada a estruturas tradicionais de classe, não era algo de individual mas sim colectivo, intimamente ligada ao facto de um individuo pertencer a uma determinada classe social e em que todos os individuos pertencentes a essa classe teriam a mesma identidade, esta era imutável, circunscrita e permanecia no tempo com alguma solidez, tornando o assim o individuo dependente da estrutura social e não das sua próprias escolhas.
Para refutar estes paradigmas surgem os estudos sociológicos pós-modernistas e pós-estrutualistas que defendem uma identidade individual assente numa dinâmica social influênciada pelas relações socias entre os individuos que compõem essa mesma sociedade. A identidade social é vista agora como algo que se constrói individualmente, algo que é dinâmico e pouco estável.
Segundo estes estudos contemporâneos o individuo possui várias fontes identitárias, identidade de género, nacional, etária, etnica, profissional e entre outras.
A influência que a classe social, a religião ou a política tinha sobre o individuo deixa assim de fazer sentido, passando este a definir a sua própria identidade, de acordo com as suas escolhas e as suas experiências individuais, independentemente da estrutura social em que está inserido.
São as relações face-a-face que determinam o processo identitário, a socialização primária e secundária tornam-se assim bastante importantes, pois os individuos necessitam uns dos outros para formarem a sua própia identidade. De acordo com Richard Jenkins (1996) as identidades não são inatas, não nascem connosco, precisam de ser construidas e esta construção passa pela interacção com o outro, pois só a innteracção social permite viver em sociedade.
Vivemos hoje numa sociedade altamente globalizada em que tudo é muito dinâmico, instável e flexível, quer a nível profissional, económico ou politico, como tal as identidades tornam-se também instáveis e susceptiveis às escolhas que cada individuo efectua. Ao mesmo tempo que surgem as mudanças sociais, a alteração de valores e padrões que regem uma sociedade, assim também os individuos têm poder para moldar a sua própria identidade.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL Eleições 2010 Divulgação de Registro de Candidaturas
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Sefaz parcela ICMS da Campanha "Liquida Barreiras"
Sefaz parcela ICMS da Campanha "Liquida Barreiras"



Os lojistas da cidade de Barreiras poderão dividir o recolhimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) relativo às vendas de mercadorias realizadas no mês de agosto em até quatro parcelas. A iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria da Fazenda, tem como objetivo estimular a participação dos contribuintes na Campanha Liquida Barreiras, realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Barreiras, que teve início no último dia 28 de julho e se estende até 07 de agosto. Para participar da campanha, o comerciante varejista precisa emitir o documento fiscal, estar localizado no município de Barreiras e possuir inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado da Bahia (CAD-ICMS). Não poderão aderir aos prazos especiais os contribuintes optantes pelo Simples Nacional ou das seguintes classificações: de comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos; representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores; comércio sob consignação de veículos automotores; comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas; comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – hipermercados e comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados. O contribuinte que recolhe seu imposto mediante substituição tributária, que encerrou a fase de tributação no mês de julho, também poderá parcelar o valor relativo ao ICMS em quatro vezes, com vencimento em 25/08/10, 27/09/10, 25/10/10 e 25/11/10.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
César comemora sanção da Política de Resíduos Sólidos

O senador César Borges (PR-BA) saudou ontem (2), em discurso, a sanção da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos realizada nesta tarde pelo presidente Lula, em solenidade no Palácio do Planalto, da qual o senador baiano participou. Borges foi relator da matéria em três comissões do Senado e teve papel fundamental para sua aprovação após duas décadas tramitando no Congresso. “Esta lei não é uma panaceia, mas oferece uma direção que o país pode seguir para proteger seus recursos naturais e sua população dos lixões”, disse César Borges. Por isso, ele apelou para que a sociedade apoie a lei e fiscalize o setor público, e também faça sua parte para implantar a proposta, aderindo, por exemplo, à coleta seletiva e emitindo menos resíduos sólidos. César Borges destacou a rapidez do Senado de aprovar a lei em três meses, após receber a proposta em março deste ano da Câmara dos Deputados, após uma tramitação de 20 anos. “Cumprimos nosso papel. Muitos foram céticos e achavam que não seria possível conseguir essa aprovação, sobretudo porque era um ano de Copa do Mundo e de eleição”, disse o senador
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sancionada lei que cria Política Nacional dos Resíduos Sólidos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (2), a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, que tem o objetivo de incentivar a reciclagem de lixo e o correto manejo de produtos usados com alto potencial de contaminação. Entre as novidades na nova lei está a criação da “logística reversa”, que obriga os fabricantes, distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas. A medida vale para materiais agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos. A legislação também determina que as pessoas façam a separação doméstico nas cidades onde há coleta seletiva. Catadores e a indústria de reciclagem receberão incentivos da União. Além disso, os municípios só receberão recursos do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos depois de aprovarem planos de gestão. O objetivo das novas regras é estabelecer a responsabilidade compartilhada entre a sociedade, empresas, governos estaduais, a união e prefeituras no manejo correto do lixo. (Informações do G1).
Começam amanhã inscrições ao vestibular da UFBA
Bullyng Escolar: O Outro Lado da Escola
É comum encontrar entre os adultos uma quantidade considerável que tráz consigo as marcas dos traumas que adquiriram nos bancos escolares. São seqüelas que se evidenciam pelos prejuízos em aspectos essenciais à realização na vida, como dificuldades de lidar com perdas, relações afetivas, familiares e sociais, ou no desempenho profissional. Essas pessoas foram submetidas às diversas formas de maus-tratos psicológicos, verbais, físicos, morais, sexuais e materiais, através de zoações, apelidos pejorativos, difamações, ameaças, perseguições, exclusões. Brincadeiras próprias da idade? Não. Esses atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente, em desigualdade de poder, caracterizam o bullying escolar.
O bullying tem sido ao longo do tempo, motivo de traumas e sofrimentos para muitos, sendo ignorado pela maioria das pessoas, por acreditar tratar-se de "brincadeiras próprias da idade" ou ser necessário ao amadurecimento do indivíduo, sem, contudo, considerar os danos causados aos envolvidos.
Os estudos sobre o bullying escolar tiveram início na Suécia, na década de 70 e na Noruega, na década de 80. Aos poucos, vem se intensificando nas escolas dos mais diversos países, sendo possível quantificá-lo em índices que variam de 5% a 35% de envolvimento. No Brasil, os estudos são recentes, motivo pelo qual a maioria dos brasileiros desconhece o tema, sua gravidade e abrangência. Pesquisas realizadas na região de São José do Rio Preto, interior paulista, (FANTE, 2000/03) e no município do Rio de Janeiro, (ABRAPIA, 2002), com o intuito de reconhecer a incidência bullying, revelaram que, em média, 45% dos estudantes de escolas públicas e privadas, estão envolvidos no fenômeno. Estudos desenvolvidos pelo Instituto SM para a Educação, em cinco países (Espanha, Argentina, México, Chile, Brasil), evidenciaram que o Brasil se tornou campeão em bullying.
Sem termo equivalente na língua portuguesa, que expresse sua abrangência e formas de ataques, o tema desperta crescente interesse e preocupação entre os pais e profissionais das áreas de educação, saúde e segurança pública, devido aos prejuízos emocionais causados e por seu poder propagador capaz de envolver crianças nos primeiros anos de escolaridade.
O comportamento bullying pode ser identificado em qualquer faixa etária e nível de escolaridade. Entre três e quatro anos, podemos perceber tanto o comportamento abusivo, manipulador, dominador, quanto o passivo, submisso e indefeso. Porém, a maior incidência está entre os alunos de 3ª a 8ª séries, período em que, progressivamente, os papéis dos protagonistas se definem com maior clareza.
Estudos demonstraram que a média de idade de maior incidência entre os agressores, situa-se na casa dos 13 a 14 anos, enquanto que as vítimas possuem em média, 11 anos. Fato que vem a comprovar que os papéis dos protagonistas e as formas de maus-tratos empregadas se intensificam, conforme aumenta o grau de escolaridade.
Entre os adolescentes, uma prática que se torna comum, a cada dia, são os ataques virtuais, denominado de cyberbullying. É caracterizado pelo uso de ferramentas das modernas tecnologias de comunicação e de informação, principalmente através de celulares e da internet. Fofocas, difamações, fotografias montadas e divulgadas em sites e no orkut, seguidas de comentários racistas e sexistas, e-mails ameaçadores, uma verdadeira rede de intrigas, que envolve alunos e professores.
Entre os adolescentes, uma prática que se torna comum, a cada dia, são os ataques virtuais, denominado de cyberbullying. É caracterizado pelo uso de ferramentas das modernas tecnologias de comunicação e de informação, principalmente através de celulares e da internet. Fofocas, difamações, fotografias montadas e divulgadas em sites e no orkut, seguidas de comentários racistas e sexistas, e-mails ameaçadores, uma verdadeira rede de intrigas, que envolve alunos e professores.
Geralmente, os ataques são produzidos por um grupo de agressores, reduzindo as possibilidades de defesa das vítimas. As estratégias de ataques, normalmente, são ardilosas e sutis, expondo as vítimas ao medo, à humilhação e ao constrangimento público. Os agressores se valem de sua força física ou psicológica, além da sua popularidade para dominar, subjugar e colocar sob pressão, o "bode expiatório". Entretanto, torna-se evidente entre eles a insegurança, a necessidade de chamar a atenção para si, de pertencer a um grupo, de dominar, associado à inabilidade de expressar seus sentimentos e emoções. Por isso, a escolha das vítimas, privilegia aquelas que não dispõe de habilidades de defesa.
Com o tempo, as vítimas se sentem solitárias, incompreendidas e excluídas de um contexto que prima pela inclusão de todos. As conseqüências do bullying incidem no processo de socialização e de aprendizagem, bem como na saúde física e emocional, especialmente das vítimas, que se isolam dos demais, carregando consigo uma série de sentimentos negativos que comprometem a estruturação da personalidade e da auto-estima, além da incerteza de estarem em um ambiente educativo seguro, onde possam se desenvolver plenamente. Em casos extremos, algumas vítimas executam seus planos de vingança, seguidos de suicídio.
Nos Estados Unidos, pelo menos 37 tiroteios ocorridos em escolas foram atribuídos ao bullying. O massacre de Columbine é um exemplo de como a vítima pode se transformar em agressor. Na pacata cidade de Taiuva (SP), após anos de ridicularizações, um jovem entra armado na escola, atira contra 50 estudantes e dá cabo à existência. Em Remanso (BA), um adolescente mata seu agressor principal, um garoto de 13 anos e a secretária do curso de informática.. Em Petrolina (PE), uma adolescente e seu colega asfixiam uma garota de 13 anos, por ser alvo de apelidos pejorativos.
O bullying é um fenômeno psicossocial expansivo, por isso considerado epidêmico, comprometedor do pleno desenvolvimento do indivíduo, por suas conseqüências psicológicas, emocionais, sociais e cognitivas, que se estendem para além do período acadêmico.
Dentre as causas desse tipo de comportamento podemos citar os modelos educativos introjetados na primeira infância. O tipo de experiência vivenciada pela criança no ambiente familiar, poderá predispô-la a tornar-se uma protagonista do fenômeno. Para o seu pleno desenvolvimento a criança necessita sentir-se amada, valorizada, aceita, incentivada à auto-expressão e ao diálogo, principalmente na adolescência, porém a noção de limites precisa ser estabelecida com firmeza e com coerência.
No entanto, quando no ambiente familiar há o predomínio de superproteção, modelo que inibe o desenvolvimento da capacidade de autonomia, de tomada de decisões, de exploração do ambiente e de defesa; ou o perfeccionismo, com alto nível de exigências e cobranças, mais do que elogios; ou a ambivalência, onde constantemente ocorre oscilação do humor, gerando muita insegurança pessoal; ou autoritarismo, com práticas educativas que se valem de agressões verbais, morais, psicológicas ou físicas; esses ingredientes psíquicos isolados ou somados, favorecem o envolvimento da criança em comportamentos bullying logo no início de sua experiência de socialização educacional.
São cinco os papéis que caracterizam este fenômeno: vítimas típicas, vítimas provocadoras, vítimas agressoras, agressores e espectadores. Algumas constatações entre os envolvidos: é comum que quem sofreu alguma das formas de ataque reproduza os maus-tratos sofridos; os tipos de conseqüências são abrangentes, de acordo com as características de cada indivíduo e das características psicodinâmicas de sua família; as vítimas encontram dificuldade de buscar ajuda e quando buscam sentem dificuldade de serem compreendidas, além do temor em relação à resposta dos pais, ou de que a sua denúncia agrave ainda mais o seu problema.
Dessa forma, estamos diante de um grande desafio. As dimensões identificadas do problema, nos remetem a olharmos para a lacuna que se evidencia na convivência familiar e escolar, pois é notório entre os alunos a carência afetiva e a ausência de modelos humanistas que lhes sirvam de referencial. Por isso, é necessário que as instituições de ensino invistam em conscientizar seus profissionais, pais e alunos sobre a relevância desse tema e desenvolvam estratégias preventivas, em parcerias com os diversos segmentos sociais, visando educar para a paz. E que a prática da solidariedade, cooperação, tolerância, empatia, respeito às diferenças e compaixão caracterizem a atitude de amor das instituições de ensino e da família, em busca da construção da paz.
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